segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Alargamento da Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra



    Foros de Salvaterra

Projecto apresentado 

Alargamento da Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra

Associação de Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos
Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra
9 de Janeiro de 2012


Assunto:
Alargamento da Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra

I.    RESUMO 
II.    INTRODUÇÃO
III.    NECESSIDADES/PROBLEMAS
IV.    OBJETIVOS
V.    PROCEDIMENTOS/ÂMBITO DA TAREFA
VI.    CALENDÁRIO
VII.    ORÇAMENTO
VIII.    PESSOAL-CHAVE
IX.    APÊNDICE


I.    Resumo
Este projeto visa criar condições para o melhoramento das atividades técnicas e comunitárias do Shorinji Kempo na Freguesia de Foros de Salvaterra, através do alargamento do seu espaço de trabalho, bem como da abertura do mesmo à população da freguesia
Elementos fundamentais do projeto:
  • A Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra pertence à Associação de Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos e é uma associação sem fins lucrativos que tem por objetivo a formação de crianças, jovens e adultos capazes de serem cidadãos ativos na promoção e desenvolvimento dos valores da amizade, compaixão e justiça social humana;
  • A finalidade do projeto é o melhoramento das condições funcionais da Escola, para dessa forma poder abrir as suas portas aos membros da comunidade aos quais será disponibilizado um espaço de condição física (fitness);
  • O desenvolvimento do projeto será suportado pelos sócios, familiares e amigos do Shorinji Kempo, não só de Foros de Salvaterra mas também das restantes escolas do concelho.
  • Não está previsto um orçamento para o projeto, pois que a finalização e custos dependerão da participação e comparticipações dos intervenientes acima referidos, para além do reencaminhamento possível das quotizações dos associados;
    • Ficou verbalmente expressa a disponibilidade demonstrada pelo executivo da Junta de Freguesia de Foros de Salvaterra para a construção do espaço “balneários/casa de banho”;
  • Espera-se a facilitação administrativa por parte do Município de Salvaterra de Magos;
  • Junta-se esboço da planta do projeto.

II.    Introdução
A escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra (ESKFS) é uma organização sem fins lucrativos, que faz parte da Associação de Shorinji Kempo do Concelho de Salvaterra de Magos (ASKCSM), inscrita no Registo Nacional de Pessoas Coletivas (RNPC), no Instituto de Desporto de Portugal (IDP), na Federação Portuguesa de Shorinji Kempo (FPSK) e na Organização Mundial de Shorinji Kempo OMSK/WSKO).

O corpo de formadores é composto pelos seguintes elementos, devidamente certificados pelo IDP e pela FPSK; Jorge Monteiro, Nuno Monteiro, Ana Sofia Monteiro e Nélio Filipe Ferreira, desenvolvendo, todos eles, a sua atividade, sem qualquer remuneração.
________________________________________

O Shorinji Kempo nasce no Concelho de Salvaterra de Magos, através da Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra, em 2 de Março de 2002, num momento em que toda a atividade associativa estava parada na freguesia de Foros de Salvaterra e onde não havia qualquer oferta de atividades para as crianças e jovens desta aldeia.

Perante tal facto, um grupo de cinco jovens sob a orientação de Jorge Monteiro, propuseram-se a constituir-se como clube de praticantes de Shorinji Kempo, no intuito de dinamizar a “terra”.

A recém-criada Escola de Shorinji Kempo de Foros de Salvaterra guiava-se pela seguinte Visão: “um mundo onde todas as pessoas possam ser felizes, material e espiritualmente”. A sua Missão é levar a todas as freguesias do Concelho a prática e os valores do Shorinji Kempo, considerando “a pessoa” como unidade fundamental da humanidade:
  • "Pessoas que vivam com confiança no seu próprio potencial";
  • "Pessoas que possam guiar as suas vidas de acordo com os seus pontos de vista";
  • "Pessoas que sejam capazes de agir tendo em consideração a felicidade dos outros";
  • "Pessoas que sejam capazes de agir, com justiça, coragem e compaixão";
  • "Pessoas que possam conduzir as suas vidas ajudando-se mutuamente, em comunhão com outros povos e culturas".
Apesar das dificuldades dos dias correntes, o Shorinji Kempo consegue manter as suas atividades de forma linear e suportada, quer administrativa, quer financeiramente, através das quotizações dos seus membros de donativos de parceiros e apoiantes e da dedicação dos seus membros.

III.    Necessidades/Problemas
  • Disponibilização de espaço para ao alargamento da Escola – Aguarda decisão (Junta/Município)
  • Realização financeira e de materiais – Suportada parcialmente pela Junta de freguesia e o restante pela Associação através de recursos próprios e de donativos e contribuições de terceiros;
  • Projeto endereçado à Presidente da Junta de Freguesia e à Presidente do Município;
  • Não realização do projeto – Impede melhoria das condições a disponibilizar à comunidade;
  • Realização do projeto – Permite mais recursos à comunidade local e comunidades periféricas.
IV.    Objetivos
1.    Construção dos vestiários/casas-de-banho;
2.    Construção do espaço destinado ao treino/auditório;
3.    Funcionamento pleno da Escola.

V.    Procedimentos/Âmbito da Tarefa
1.    Recrutamento de pessoas com competências técnicas em matéria de construção civil;
2.    Mobilização de pessoas (sócios/membros-associados e amigos) para apoio à construção do espaço;
3.    Solicitação de apoio e facilitação administrativa do projeto, por parte do Município;
4.    Solicitação de colaboração e aplicação técnica no desenvolvimento dos projetos, no âmbito do Shorinji Kempo português.

VI.    Calendário
    Descrição da Tarefa    Datas de Início e Fim
Fase 1    Construção dos vestiários e casas de banho da Escola    Disponibilidade da Junta de Freguesia
Fase 2    Construção de extensão da Escola    Após conclusão da fase anterior
Fase 3    Início das atividades    Após conclusão da fase anterior

VII.    Orçamento
 Descrição da Tarefa/Custos Previstos
Fase 1:    Construção dos vestiários e casas de banho da Escola - Disponibilidade da Junta de Freguesia

Fase 2:    Construção de extensão da Escola - Dependente das contribuições e donativos de terceiros
Fase 3:    Início das atividades   
    Total    €   ?

VIII.    Pessoal-chave

IX.    Apêndice
Proposta de planta

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